Shell larga com Zonta e Átila entre os dez primeiros colocados na Stock Car em Santa Cruz do Sul

Paranaense sai em oitavo, dois postos à frente do sorocabano; Galid parte em 13º e Gaetano, em 22º, na primeira prova deste domingo

A Shell colocou Ricardo Zonta e Átila Abreu entre os dez primeiros colocados no grid de largada da primeira corrida da rodada dupla de Santa Cruz do Sul (RS). O paranaense ficou com a oitava colocação e sai duas posições à frente do sorocabano, com Galid Osman em 13º e Gaetano di Mauro em 22º.

No Q1, já com uma temperatura bem mais elevada do que pela manhã, Galid entrou no grupo 1 e ficou em nono. Depois, com a entrada do segundo grupo, Galid avançou ao Q2 em 14º, enquanto Átila Abreu se posicionou bem em quarto, Zonta ficou em sétimo e Gaetano acabou na 11ª fila.

Com três carros no Q2, a Shell brigou com Zonta e Átila por uma vaga na etapa final do treino, mas o paranaense ficou a 0s254 de avançar, e o sorocabano fechou o top10, com Galid terminando com um lugar na sétima fila do grid.

Com os resultados da classificação, a Shell agora aposta no bom gerenciamento dos pneus para avançar no pelotão, já que o circuito gaúcho é um dos que mais consome a borracha em toda o calendário.

A largada da primeira corrida da rodada dupla será às 11h (de Brasília) deste domingo, com a segunda prova tendo seu começo às 12h02. O canal por assinatura SporTV 2 transmite as duas corridas ao vivo.

Dos pilotos da Shell, Galid Osman e Gaetano di Mauro estão elegíveis para o Fan Push, um disparo adicional do botão de ultrapassagem na corrida 1. A votação continua no site oficial (www.stockcar.com.br) até o começo da rodada dupla.

 

O que eles disseram:

“É positivo largar entre os dez, a largada aqui é bem complicada, temos um carro rápido e estável, mas ainda falta um pouquinho de ajuste. É um carro um pouco para a corrida, para classificação faltou ser um pouco mais agressivo com os pneus, e com certeza o carro que temos, com esse balanço, é perfeito para a corrida.”
Ricardo Zonta, piloto da Shell V-Power do carro #10

“Começamos mal os treinos, bem complicado. Um carro que gastava muito pneu, mas sem competitividade e velocidade. Fomos trabalhando pouco a pouco, com o pneu novo no último treino já tinha sido melhor, e abusamos um pouquinho para a classificação. Avançamos, terminamos o Q1 em quarto, mas passamos um pouquinho e gastamos um pouquinho de pneu. Tivemos uma queda de performance, o que já esperávamos, mas maior do que o esperado. É óbvio que esperamos sempre um pouquinho mais, mas largando entre os dez fico na briga e consigo trabalhar a estratégia para as duas corridas.”
Átila Abreu, piloto da Shell V-Power no carro #51

“Em relação às últimas corridas, sem dúvida é a que está sendo mais difícil. Ainda estamos distantes do carro ideal, e por isso a 13ª posição é boa, o máximo que dava era talvez um top10. Estou satisfeito, é uma boa posição fazer uma boa estratégia para a corrida e conseguir o objetivo de sair entre os dez primeiros no campeonato.”
Galid Osman, piloto da Shell Helix Ultra no carro #28

“A classificação me pegou de surpresa. Estávamos com um carro para pelo menos ir para o Q2. Tentamos uma coisinha a mais, mas talvez tenhamos ido pelo caminho errado. Agora é rever a estratégia e ir para cima, vamos ver o que vai acontecer.”
Gaetano di Mauro, piloto da Shell Helix Ultra no carro #11

Grid de largada:

1º J.Campos – 1m19s545
2º T.Camilo – 1m19s721
3º D.Serra – 1m19s745
4º G.Casagrande – 1m19s763
5º F.Fraga – 1m19s844
6º V.Brito – 1m19s922
7º R.Maurício – 1m19s940
8º R.Zonta – 1m20s064
9º M.Wilson – 1m20s117
10º Á.Abreu – 1m20s258

Sobre a Raízen:

A Raízen, licenciada da marca Shell no Brasil, se destaca como uma das empresas de energia mais competitivas do mundo e uma das maiores em faturamento no Brasil, atuando em todas as etapas do processo: cultivo da cana, produção de açúcar, etanol e energia, comercialização, logística interna e de exportação, distribuição e varejo de combustíveis. A companhia conta com cerca de 30 mil funcionários, que trabalham todos os dias para gerar soluções sustentáveis que contribuam para o desenvolvimento do país, como a produção de bioeletricidade e etanol de segunda geração a partir dos coprodutos da cana-de-açúcar. Com 26 unidades produtoras, a Raízen produz cerca de 2,0 bilhões de litros de etanol por ano, 4,2 milhões de toneladas de açúcar e tem capacidade para gerar cerca de 940 MW de energia elétrica a partir do bagaço da cana-de-açúcar. A empresa também está presente em 66 bases de abastecimento em aeroportos, 67 terminais de distribuição de combustível e comercializa aproximadamente 25 bilhões de litros de combustíveis para os segmentos de transporte, indústria e varejo. Conta com uma rede formada por mais de 6.000 postos de serviço com a marca Shell, responsáveis pela comercialização de combustíveis e mais de 950 lojas de conveniência Shell Select. Além disso, a companhia mantém a Fundação Raízen, que busca estar próxima da comunidade, oferecendo qualificação profissional, educação e cidadania. Criada há mais de 14 anos, a Fundação Raízen possui seis núcleos no interior do estado de São Paulo e um em Goiás e já beneficiou mais de 13 mil alunos e mais de 4 milhões de pessoas com ações realizadas desde 2012.